quinta-feira, 29 de abril de 2010

IMPASSE-INCERTEZAS-IMPREVISIVEL O AMANHÃ!



Tinha eu 16 anitos quando optei por entrar nesta casa e aqui tentar construir uma Profissão, fui bem sucedido e obtive sucesso, um sucesso nunca por mim imaginado, tanto mais que nimguém esperaria as evoluções tecnológicas tão profundas que por aí vinham.
Quarenta e trez anos de profissão, os mesmos dentro destas quatro paredes que têm de existência 89 anos, mas que agora está definitivamente para encerrar portas.
A estratégia das modernas Admistrações é destas coisas que fazem.
Uns construiram para outros destruirem, não interessa o porquê nem porquê, só interessa salvaguardar os seus proprios interesses e os dos outros é puro lixo.
Assim desta forma inglória vai deixar de existir o mais Antigo de PORTUGAL Concecionário de uma marca Automovel.

Se ainda existem pessoas que têm amor ao seu desempenho profissional´, eu sou uma dessas pessoas e é com muita mágoa que assisto á Morte de uma firma que me fez HOMEM, que me fez Profissional naquilo que eu sempre adorei ser!!!!

6 comentários:

Gi disse...

Compreendo-te tão bem!

Antonio saramago disse...

é triste, Antonio, mas é este o país em ke vivemos
os grandes são sempre uma grande Mer.a...
estao marimbando-se para quem nao quer ser lixo...para kem ker ser honesto...
enfim
aí está o contador
besito e força, amigo

Antonio saramago disse...

Amordemadrugada...em vez de Antonio SaRAMAGO...RSRSRS

J. Araújo disse...

Concordo contigo meu amigo; quantas vezes o progresso destroe sonhos; quantas vezes em nome da modernização pessoas são esquecidas junto com parte da história; e muitas vezes, nós fazemos parte desssa história.

Abraço

Carlos Albuquerque disse...

O António fala aqui de uma verdade bem amarga!
Que importam aos poderosos as mãos calejadas e os sonhos de quem trabalha?
Modernização!?
Não creio que seja só isso. Muitas vezes é, pura e simplesmente, a defesa de interesses pessoais, da ganância do lucro, que tudo comanda!
Um abraço
Bom fim-de-semana

fj disse...

é uma verdade q custa acreditar!
um abraço António!