sexta-feira, 24 de outubro de 2008

VIDAS E VIDAS


Não vou escrever sobre vidas de fachada, isso já publiquei faz algum tempo, vou apenas falar de vidas a dois quando no real são uma vida a um e não a dois.
Desculpem-me para já as embrulhadas que possa cometer, mas está tudo a ser feito em cima do joelho.
Sabemos que muitos casais se separam só no papel para daí beneficiarem de determinados factores e assim continuam a ser marido e esposa, só perante a lei nada têm em comum, mas não bem aqui que quero chegar, quero chegar a vidas separadas de facto mas que um deles não abdica de sair de casa e ali permanecem os dois, sem nada em comum, ou pelo menos assim uma das partes o pensa porque na realidade há muitos homens nestas condições, a mulher admite mante-lo debaixo do seu tecto por compaixão e apenas isso, mas eles teimam em continuar a querer controlar e não se mentalizarem de que afinal nada mandam ali e apenas ali têm onde estar instalados.
Eu chamo a isto um acto de mesiricórdia,mas de uma coisa tenho a certeza, comigo não existiam estas figuras.
Que raio de homens são estes, que têm o seu emprego e não sabem, ou não querem enveredar por outro meio e deixar a outra parte viver em paz.
Conheço alguns destes casos e lamento muito, afinal porque se divorciou a mulher ou se separou para continuar a levar com ele e não ter a sua liberdade a 100%?
Porque teimam estes homens em nada terem com as mulheres que foram suas, mas que querem continuar a controlar?
Pior ainda me sinto quando alguns destes factos são originados por maus tratos, por ciúmes, por um seu próprio mau comportamento.
Isto não está muito bem explicito, mas talvez dê para compreenderem onde quero chegar.
BOM FIM DE SEMANA PARA TODOS (AS)